O empreendedorismo jovem no Brasil

Caracterizados pelo jeito despojado e espontâneo de ser e fazer ações, a juventude brasileira tem se mostrado mais atenta às mudanças e crescimentos do mercado que tem se tornado cada vez mais competitivo.

Um estudo feito com 130 países pela startup Expert Market, baseada no Texas (EUA), e publicado na Fast Company analisou a dificuldade de empreender e o número de negócios criados no ano de 2016. Para isso, foram analisados três fatores: o tempo até registrar oficialmente um novo negócio; o tempo até tomar todos os procedimentos necessários para o negócio, de fato, estar funcionando; e os custos básicos envolvidos.

A partir daí foi possível perceber que o Brasil é o 5º país com empreendedores mais determinados do mundo. Isso significa que estamos no caminho certo para fazer o país crescer. Porém, não significa que somos os mais inovadores. Infelizmente, a participação brasileira no quesito lançamento de produtos tecnológicos ainda é muito pequena.

Segundo o diretor do Comitê de Jovens Empreendedores (CJE) da Fiesp, Sylvio Gomide, “estamos perdendo tempo para investir nessa área. Os jovens que ingressam nesse grupo precisam de ferramentas, treinamentos, cursos de extensão. Além de formação acadêmica, que ao invés de preparar executivos para trabalhar em empresas, forme o líder que iniciará seu próprio negócio”, salientou o diretor na revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

Mais adiante continuo dizendo que “todo esse processo ajudará o jovem empreendedor a não temer abrir uma empresa diferenciada, mesmo no complexo ambiente de negócios no Brasil – que engloba obrigações fiscais; juros altos, impostos elevados e taxas que dificultam o acesso ao crédito”.

Fontes:
https://goo.gl/byiE3d
https://goo.gl/Juhgai

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